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A quantificação da reserva de Tupi ainda está em estudo mas pode representar um acréscimo às reservas da Petrobrás na ordem de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Para se ter uma idéia da dimensão da descoberta dessa bacia, esses valores representam metade do total das reservas do Brasil, que somam 14,4 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Outro fator positivo na descoberta do campo de Tupi é a qualidade do óleo, do tipo leve, que é melhor do que a média encontrada no Brasil. Segundo uma estimativa mais recente da empresa britânica BG (British Gas Group), participante do consórcio para a exploração do campo de Tupi, a bacia de Tupi podem ter reservas entre 12 e 30 bilhões de barris de petróleo. Isso ajuda a elevar as expectativas com relação as descobertas de reservas em camadas de pré-sal. Recentemente, a descoberta da bacia de Santos, fez as ações prefenciais da Petrobrás subirem 9,76% no dia da descoberta, puxando o índice bovespa para cima. A reserva está localizada a 37 quilômetros da bacia de Tupi, e pode conter reservas semelhantes a de Tupi.
Quanto a produção de petróleo, a Petrobrás pretende ampliar a sua produção diária, de 2,3 milhões de barris de óleos equivalentes por dia em 2006, para 3,5 milhões em 2012 e 4,5 milhões em 2015. Os investimentos previstos até 2012 somam 61 bilhões de dólares.
No dia 3 de janeiro, a cotação do petróleo tipo brent bateu mais um recorde atingindo o preço máximo de US$ 97,98. A demanda aquecida durante todo o ano de 2007 fez com que o preço do barril de petróleo oscilasse em níveis altos durante todo o ano. Esta tendência deve continuar durante 2008, contando com fatores como oferta limitada e um cenário de preocupações por possíveis cortes no abastecimento de petróleo por partes dos países do Oriente Médio.
No ranking feito pela consultoria PFC, que lista as 50 maiores empresas petrolíferas do mundo, a Petrobrás aparece na sexta colocação em 2007, com um valor de mercado de 264,6 bilhões de dólares, contra a décima primeira posição ocupada no final de 2006, graças a valorização de 93% das ações no ano de 2007. Todos esses fatores de cotação elevada do preço do barril de petróleo, elevação na produção e constantes descobertas de novas reservas, levam a crer que as ações da Petrobrás continuarão sendo tendo um excelente retorno para o acionista durante os próximos anos e poderá ainda subir mais um posto no ranking das maiores empresas de petróleo mundial.
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